O uso de jalecos e pijamas cirúrgicos fora do ambiente de trabalho ainda é uma prática comum, mas que representa riscos importantes à biossegurança e à saúde coletiva.
Mais do que peças de vestuário, jalecos e pijamas cirúrgicos são Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), desenvolvidos para proteger profissionais, pacientes e o ambiente de trabalho contra agentes biológicos, químicos e, em alguns casos, físicos.
Quando utilizados em locais públicos, como ruas, restaurantes, mercados ou meios de transporte, esses equipamentos podem transportar microrganismos invisíveis a olho nu e favorecer a contaminação cruzada.
O uso inadequado dessas vestimentas coloca em risco:
•
Os pacientes;
• O ambiente de trabalho;
• Os próprios profissionais;
• À saúde coletiva.
Além disso, a biossegurança também está relacionada à ética profissional e ao compromisso com boas práticas sanitárias.
Entre os erros mais comuns está sair da clínica ou hospital ainda utilizando o jaleco ou pijama cirúrgico. A recomendação é que essas vestimentas tenham uso restrito ao ambiente profissional e sejam transportadas e higienizadas de forma adequada.
Boas práticas recomendadas
• Utilizar jalecos e pijamas cirúrgicos apenas durante o exercício profissional;
• Realizar a troca das vestimentas ao sair do ambiente de atendimento;
•
Fazer o transporte em embalagens adequadas;
• Garantir a higienização correta e frequente das peças;
Orientar equipes e colaboradores sobre medidas de biossegurança.
A conscientização sobre o uso correto desses equipamentos é uma medida simples, mas fundamental para reduzir riscos de disseminação de agentes contaminantes e fortalecer a cultura de prevenção nos serviços de saúde.
Biossegurança também é responsabilidade e respeito com a sociedade.